Igreja Matriz de São João Baptista

Igreja Matriz de S o Jo o BaptistaA Igreja Matriz de São João Baptista em São João dos Montes, data do Século XIV.

Foi mandada construir por volta de 1320 por Fernando Bulhões.

O edifício atual da igreja é do Século XVI, edificado em substituição do que foi construído inicialmente, que não resistiu ao tempo.

Para além do altar, uma das suas peças mais importantes, tem como pontos de interesse as cabeceiras de sepulturas medievais reaproveitadas, sendo a maior parte das lápides funerárias já do século XIX.

 

 

 

 

 

 

 

 

Quinta Municipal de Subserra
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Edifício fundado no século XVII, pelo Mercador Diogo da Veiga, que até então vivia no Brasil, foi um dos fidalgos que enriqueceu durante a dominação espanhola dos Filipes.

Este edifício e constituído por uma Capela de São José (fundada em 1633, que possui, no seu interior, azulejos seiscentistas e a tela do altar-mor, pintada a óleo, da autoria de Bento Coelho da Silveira), instalações de caracter agrícola e espaços de jardins (com traça geometrizantes).

A Quinta de Subserra é constituída por uma zona de produção agrícola e florestal, com potencial para desenvolvimento de atividades de índole educativa, desportiva e lazer – visitas de estudo, passeios e caminhadas, orientação, etc.

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sjm2Fundada em 1320,em terrenos que tinham sido doados por D. Afonso Henriques, duzentos anos antes, aos templários, já fugidos nesse início do século XIV à perseguição do Papa Francês Clemente V, São João dos Montes mantém as suas características rurais. A paisagem é pontuada por nostálgicas azenhas e moinhos de vento, a maioria dos quais em ruinas, e por vestígios das antigas fortificações das linhas de Torres.
 
Alguns desses moinhos ainda funcionam, nomeadamente os que resistem ao tempo em Trancoso e na Serra de À-do–Formoso. É nessa montanha, que faz as delícias dos caminhantes, que são mais visíveis, do lado Sul, os vestígios das barreiras anti napoleónicas. São miradouros deslumbrantes sobre a paisagem.
 
 
 
 
 
 
 
 
ermidaO território já tinha sido habitado no período da ocupação romana da Península Ibérica, conforme ficou provado pela descoberta de uma lápide funerária em São Romão, topónimo de resto associado a essa presença.
 
No século XVII, São João dos Montes inicia um período de desenvolvimento, com o surgimento da Quinta de Subserra, fundada em 1633 pelo Capitão das Índias, Diogo da Veiga.
 

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Apesar de pequena na sua dimensão a freguesia evolui economicamente, uma vez que a Quinta fez nascer a povoação de Subserra e atraiu a nobreza e a fidalguia, que ali se instala e funda, sobretudo no século XIX, outras quintas, exploradas como espaço de cultivo e usufruídas como zonas de lazer, dada a excelência das águas e a limpidez do ar que se respira.
 
É o caso da Quinta dos Bichos, onde emerge uma belíssima moradia rural; da Quinta do Repouso, pertencente aos herdeiros dos Barões da Regaleira, repleta de pomares e vinhas; e da Quinta dos Carvalhos. À medida que a população ia crescendo, iam surgindo os Casais, as azenhas, os moinhos, os lagares de azeite. Num dos mais famosos, o Casal do Tojal, implantado numa escarpa de difícil acesso, foi encontrada grande quantidade de cerâmica. Chegou mesmo a ser construída na povoação uma ponte, sobre a ribeira de Santo António. O cultivo dos cereais e exploração da vinha são, historicamente, e ainda hoje, as principais fontes de riqueza de São João dos Montes.
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